quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Grupo: Cecília Carvalho, Bruno Amorim e Rafael Raposo.

Em nossa visita ao Alto José do Pinho, vimos e conhecemos muitas coisas e pessoas, e lugares culturais, e educacionais. Primeiramente fomos ao encontro do posto policial, para saber como era seu funcionamento e sobre a violência que ali habitava, chegando lá falamos com os policiais: Cabo Jesus, Cabo Roserio, nós os entrevistamos, e fizemos as seguintes perguntas:
Pergunta: Como é o funcionamento da policia aqui?
Resposta: Todos os nosso policiais andam fardados e dispostos a ajudar.
Pergunta: Aqui tem muita violências, mas qual a é maior que aqui habita?
Resposta: O trafico de drogas.
Pergunta: Vocês moram por aqui?
Resposta: Não.
Pergunta: Aqui tem muita violência conta a mulher?
Resposta: Sim, em torno de 2 a 3 meses teve um caso de um homem aqui, que matou sua mulher e enterrou ela.
Pergunta: Vocês utilizam cachorros aqui?
Resposta: Não.
Os policiais no final da entrevista nos contaram um caso que houve lá, que foi terrível... Ele disse que teve um homem que foi acusado e preso, com a acusação de estupro a sua filha, e depois foi solto após a comunidade ter se juntado pra pagar a sua fiança, um tempo depois de ter sido solto, ele volta a estuprar uma menina, sendo que essa agora, tinha 5 anos e era filha de sua vizinha.
Ele também nós contou a história de uma festa chamada "Bolinho", onde jovens se juntam para consumir drogas, bebidas alcoólicas, e dançar funk e brega.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


O Alto José do Pinho (Antigo Alto da Manguba) foi formado por trabalhadores da antiga Fábrica da Macaxeira, da década de 1940.
O bairro tem uma população de cerca de 12.400 habitantes, com uma área de 41,5 hectares.
A situação da sáude no bairro não é das melhores. Moradores da região andam reclamando muito por não receberem atendimento. O PSF, um dos principais postos de saúde do local, deveria receber 4 funcionários diariamente, apenas um trabalha normal. Porém, quando a equipe do NETV foi ao local, questionar se iria melhorar a situação até o começo de fevereiro desse ano de 2010. Um pouco atrasado, mas a situação melhorou.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

EQUIPE: Cecília Carvalho, Bruno Amorim e Rafael Raposo.


Em nossa visita ao Alto José do Pinho, vimos e conhecemos muitas coisas e pessoas, e lugares culturais, e educacionais. Primeiramente fomos ao encontro do posto policial, para saber como era seu funcionamento e sobre a violência que ali habitava, chegando lá falamos com os policiais: Cabo Jesus, Cabo Roserio, nós os entrevistamos, e fizemos as seguintes perguntas:
Pergunta: Como é o funcionamento da policia aqui?
Resposta: Todos os nosso policiais andam fardados e dispostos a ajudar.
Pergunta: Aqui tem muita violências, mas qual a é maior que aqui habita?
Resposta: O trafico de drogas.
Pergunta: Vocês moram por aqui?
Resposta: Não.
Pergunta: Aqui tem muita violência conta a mulher?
Resposta: Sim, em torno de 2 a 3 meses teve um caso de um homem aqui, que matou sua mulher e enterrou ela.
Pergunta: Vocês utilizam cachorros aqui?
Resposta: Não.
Os policiais no final da entrevista nos contaram um caso que houve lá, que foi terrível... Ele disse que teve um homem que foi acusado e preso, com a acusação de estupro a sua filha, e depois foi solto após a comunidade ter se juntado pra pagar a sua fiança, um tempo depois de ter sido solto, ele volta a estuprar uma menina, sendo que essa agora, tinha 5 anos e era filha de sua vizinha.
Ele também nós contou a história de uma festa chamada "Bolinho", onde jovens se juntam para consumir drogas, bebidas alcoólicas, e dançar funk e brega.
Após a visita do posto de policia nos fomos a radio, sendo que infelizmente estava fechada, mas lá perto estava um senhor que morava lá a 66 anos, conversamos com o senhor Barauna: Ele disse ter chegada lá em 1944
Pergunta: O que você acha da situação do bairro?
Resposta: boa.
Pergunta: O senhor acha que tem algo que poderia mudar?
Resposta: Não.
Pergunta: Qual a cultura que você ver mais por aqui?
Resposta: Tem o maracatu, frevo, caboclinho, capoeira, sendo que o maracatu é o mais forte por aqui.
Pergunta: A cultura é mantida?
Resposta: As drogas atrapalham um pouco.
Pergunta: Aqui tem algum programa de reabilitação?
Resposta: Não.
Ao sair de perto da radio onde estávamos entrevistando o senhor Barauna, encontramos um grupo de alunos da escola Maria Tereza Correa, mas apenas 4 meninos nos acompanharam e nos guiaram por todo o Alto, seus nomes eram: Paulo e Edmundo, nós os entrevistamos:
Pergunta: Onde vocês estudam?
Resposta: Escola Maria Tereza Correa.
Pergunta: O que acham do ensino?
Resposta: Bom.
Pergunta: O que vocês fazem para se divertir?
Resposta: Vamos as oficinas que tem nos finais de semana na escola.
Pergunta: Que tipo de músicas vocês escutam?
Resposta: Funk.
Pergunta: Vocês vem muitos meninos se drogando nas ruas?
Resposta: Sim, e também vemos muitos meninos menores de idade bebendo muito.
Pergunta: Vocês tomam bebidas alcoólicas?
Resposta: Sim.
Pergunta: Os professores da sua escola faltam muito?
Resposta: Sim.
Pergunta: Sua aula é de que horas até que horas?
Resposta: De 7:30h até as 12h.
Pergunta: No seu colégio tem laboratório de informatica?
Resposta: Não.
Depois dessa entrevista os meninos nos levaram a escola de maracatu, onde encontramos Jonathan, que nos disse que lá na escola de maracatu, eram eles quem confeccionavam os instrumentos, e que eram eles que costuravam as fantasias, e nos mostrou que lá na sua escola de maracatu tinha um laboratório de informatica, que eles construiriam com a ajuda da prefeitura, para eles verem videos com danças de maracatu, e para eles terem mais um meio de informação e aprendizagem. Ele disse que a maioria dos alunos dali não eram da comunidade, muitos eram de fora... Nós perguntamos a ele, se o seu grupo já tinha ajudado, a tirar alguém do mundo das drogas, e ele nos disse que sim, sendo que não tinham isso em números grandes pois nem todos estavam disposto a largar de verdade as drogas.
Saindo da escola de maracatu nós fomos a escola dos nosso pequenos guias, a escola Maria Tereza Correa, onde nós juntamos uns alunas em uma sala e fizemos umas perguntas, foi uma dinâmica muito interessante pois nós vimos um outro lado, um lado que nunca tínhamos pensado ver, as perguntar foram as seguintes:
Pergunta: Como vocês se divertem por aqui?
Resposta: Nós vamos a pracinha jogar bola, vamos a lan house, e ao bolinho.
Pergunta: O que vocês mudariam, e melhorariam aqui?
Resposta: A pracinha, ela esta meio destruída.
Pergunta: Como é o transporte de ônibus por aqui?
Resposta: É bom, mas é muito demorado.
Pergunta: Vocês escutam as músicas locais? quais bandas?
Resposta: Sim, tem a banda: ROCK DEVOTOS. (quem estiver curiosidade sobre a banda tem aqui um vídeo- http://www.youtube.com/watch?v=QlSTK4zm6a4 )
Pergunta: Vocês escutam a radio local, a ALTO FALANTE?
Resposta: Sim, é muito boa.
Pergunta: Vocês vem meninas grávidas por aqui?
Resposta: Sim, tem muitas.
Pergunta: Quantos alunos mais ou menos estudam aqui?
Resposta: Mais ou menos mil e pouco.



- Eu e meu grupo gostamos muito desse passeio, pois foi como dissemos, conhecemos um outro lado do nosso Recife, um outro lado que também é muito cultural, que não é apenas violência como muitos de nós pensávamos, mas também é um local com mais violência do que o de onde vivemos. Foi bom, pois aprendemos muito com esse passeio, nós vimos como existes uma diferença grande entre nossa vida com a deles, de como é fácil viver num mundo onde temos informações do que pode ser bom e do que pode ser ruim para nós, e eles não tem uma abertura tão grande para essas informações, sem o uso de computadores, só tendo uma rádio e a escola para lhe passarem informações.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Nós alunos Apoio, estamos criando esse blog para divulgar nosso projeto. Esse projeto tem o intuito de divulgar mais, alguns bairos que são conhecidos internacionalmente. Nosso grupo é composto por Bruno Amorim, Maria Cecília Carvalho e Rafael Raposo, da oitava serie.
Quais os objetivos para o projeto?
Objetivos juntos aos alunos
O projeto deve ser um fórum de discussão permanente que possibilite aos alunos:
Definir o que é território
Mostrar-se aberto, disponível, criativo e flexível (mas sempre firme em sua intenção de gerar transformações que elevem a qualidade da educação).
Ter capacidade para ler a realidade, acessar e processar informações, fazer articulações, identificar problemas prioritários, planejar ações e definir metas;
Desenvolver capacidade para empreender e intervir na realidade;
Desenvolver capacidade para analisar resultados e avaliar ações;
Público alvo
Estudantes de ensino fundamental e educadores de diferentes disciplinas.
Metodologia
O projeto será desenvolvido em várias etapas:
- Apresentação dos participantes
- Pesquisa
- Participação em fóruns permanentes de discussão
- Criação de blogs
- Produção de multimídia:
  • Um programa de rádio (entrevistas, músicas, poesias, propagandas)
  • Criação de curtas com uso de animação
  • Vídeos e publicação dos mesmos no youtube
  • Banco de dados, com textos de imagens e gráficos sobre território estudado
  • Fotografia (história em pedaços)
  • Coletânea (dentro do possível) de documentos históricos analisados
  • Apresentação eletrônica do PowerPoint
  • Roteiros e planejamento no Word